"... riu sozinha. Ria sozinha quase sempre, uma moça [...] querendo controlar a própria loucura, discretamente infeliz. Molhou os lábios na vodka, tomando coragem [...] Baixou outra vez os olhos, [...] e suspirou soltando os ombros, coluna adequando-se tensa ao junco da cadeira. Só porque era sábado e não ficaria, desta vez não, entre o som, a televisão e o livro, atenta ao ruído do telefone silencioso. Sorriu olhando em volta.Não que estivesse triste, só não sentia mais nada."
Não que estivesse triste, só não sentia mais nada.
quinta-feira, 10 de abril de 2008
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